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30 de set. de 2009

Velas e um bom par de algemas


por Gabriel Gabbo









Há alguns dias fui ao cinema com uma grande amiga. Fomos ver um desses filmes estilo domingo à tarde, água com açúcar. Enfim, dois solteirões sem nada pra fazer.
Como a empolgação não estava em mim naquele dia, nem me dei ao capricho de uma boa produção. Fui ao cinema super de boa, no sentido mais casual das roupas. Tranquilíssimo, eu diria.
Assistimos ao filme, bacaninha e, ao sairmos da sala, ela encontrou um velho amigo dela. Apresentou-nos e ficaram conversando algum tempo, enquanto eu sobrava no assunto. Sabe quando velhos amigos se encontram e você não faz parte do assunto, fica ali, no canto, porque nenhum daqueles papos faz parte de você, tampouco compreende as piadas internas? Então, este era eu naquele cenário.
Mas o garoto era simplesmente lindo. Branco como a Lua, cabelos e olhos pretos, lábios carnudos. Deveria ter aproximadamente 1,80m e lindos vinte anos. Lindo demais. Mas, como sou normalmente tímido e bem sossegado – já disse isso aqui – aproveitei que estava mudo e me fingi de cego.
Depois de algum tempo, resolveram, enfim, ir pra casa. Minha amiga, Ana, na época morava comigo. E o garoto, André, para minha surpresa, era praticamente nosso vizinho. Morava no edifício ao lado do nosso. Resumindo, fomos pra casa todos juntos.
Despedimos-nos em frente ao nosso prédio e entramos. André seguiu para sua casa. Ao entrar no apartamento, cai em mim. Ana, que garoto mais lindo! Como eu nunca o vi antes? Por que nunca falou dele? Que amiga é você? Aí ela explicou que ele se afastou um pouco, namorou por muito tempo um rapaz que o fez sofrer e depois se isolou da turma. Enfim, essas histórias todas. Pensei comigo: "Hummmm, além de lindo é carente? Está ótimo isso!"
Dois ou três dias depois, ainda atordoado com aquela boca e aqueles olhos, ao sair do trabalho, passei em uma floricultura e comprei um ramalhete. Escrevi um cartão e mandei entregar na casa do André. Sim, fiz isso! Ele é lindo demais. E eu, apesar de ser tímido, também tenho meu lado libertino e, às vezes, sou um romântico sonhador.
Na noite do mesmo dia, ele me ligou dizendo que havia adorado as flores e perguntando se poderíamos nos ver. Claro que sim! Como sua mãe estava o visitando, não poderia ser no apartamento dele. Mais que depressa, coloquei a Ana pra correr de casa. A Ana é ótima, uma grande amiga. Sem pestanejar, arrumou um canto pra dormir naquela noite.
Arrumei tudo. Jantar pra dois. Vinhos e velas. Querendo causar a impressão de bom moço, André chegou trajado todo em preto, calça de alfaiataria, camisa e sapatos pretos e gravata vermelha. Vestido para matar! Sabem como é? Pensem num garoto muito branco, com os lábios carnudos e vermelhos, os olhos e os cabelos pretos e ainda vestido assim... É pra morrer de prazer, não?
Finalizei o jantar enquanto conversávamos e bebíamos. Após o jantar, já um pouco mais livres das amarras do constrangimento, haja vista algumas taças de vinho consumidas, passamos a falar daquela cena toda. Aí, expliquei a ele, que a culpada por todo aquele plano era sua boca. Após o encontro no cinema, eu não podia deixar de pensar naqueles lábios, tampouco não imaginar como seria beijá-los.
Ao terminar a frase, puxei-o pela gravata e beijei. Aquela boca era exatamente como eu imaginava. Perfeita! Ficamos ali nos beijando por alguns minutos. A química entre nós foi muito forte. Ele já em estado de excitação enquanto eu dava alguns gemidos suaves entre uma mordida e outra em sua boca. Eu adoro morder. Adoro!
Para minha surpresa, ele tomou a iniciativa e começou a desabotoar minha camisa e, lentamente, ía beijando meu peito a cada botão aberto, até chegar à cintura. Quando ele tentou abrir minha calça, eu disse: Não, eu faço isso!
Posicionei o garoto no sofá e fui abrindo os botões de sua camisa e beijando seu lindo peito, lisinho, branco e com os mamilos rosados. Deixei-o sentado no sofá, abri seus braços e me entreguei ao prazer. Abri seu cinto, desci o zíper da calça e comecei a morder levemente meu pinto sob a cueca. Ele estava muito excitado e na cueca já havia sinais do líquido do prazer.
Aquele cheiro de homem só me deixava mais louco. Ele puxou minha cabeça e nos beijamos loucamente. Não mais tão contidos, mas sim, como dois devassos no cio. As roupas já não tinham sentido algum e foram sendo arremessadas, uma a uma. Ficamos apenas de cuecas.
Peguei-o pela mão e o levei ao quarto, para ficarmos mais confortáveis. Lá acendi algumas velas para que apenas elas iluminassem o quarto. Deitei-o na cama e fui beijando e roçando minha barba por todo aquele corpo até chegar à sua virilha. Você sabe o poder de uma boa barba na virilha de alguém? É simplesmente fascinante. O garoto enlouqueceu. Quanto mais ele gemia, mais eu roçava a barba entre suas pernas enquanto chupava seu saco.
Que garoto gostoso. Chupei muito... seu pinto, seu saco... Um verdadeiro deleite. Virei-o de bruços e comecei a morder sua bunda. Linda, gostosa demais. Que tesão era tudo isso! Perguntei se ele toparia uma brincadeira... De leve... Ele, receoso, disse que sim. Que, apesar de certo medo, toparia sim. Estava com muito tesão.
Num de meus aniversários ganhei um par de algemas da Ana. Sim, foi premeditado! Aprisionei o garoto na cabeceira da cama, com os dois braços juntos, acima da cabeça. Sentei-me no peito dele. Enquanto ele chupava meu pinto como um cachorro no cio, eu o masturbava com uma das mãos e, com a outra, eu preparava a vela que estava no criado-mudo ao lado.
Saí de cima dele e voltei a chupá-lo. Enquanto meus lábios molhavam levemente seu púbis, pinto e saco, eu deixava que algumas gotas de cera de vela quente caíssem sobre aquela alva pele. Eu realmente achei que o André fosse explodir de tesão. Vê-lo tremer de prazer me enlouquecia cada vez mais. Quanto mais ele gemia, mais cera eu deixava escorrer, mais ainda eu o chupava e roçava minha barba em sua virilha.
Poucas vezes tive um prazer igual. Após alguns longos minutos dessa perversão, o soltei das algemas. Ele estava enlouquecido, me virou na cama, começou a morder meus mamilos e pescoço. Sentou no meu pau e começou a cavalgar como se estivesse em um garanhão.
Enquanto ele rebolava em meu pau, eu o masturbei até que ele jorrasse porra em todo meu peito. Não demorou pra que eu fizesse o mesmo. Gozamos muito. O cheiro de macho suado e porra no quarto era bom demais. Ficamos naquela posição mais algum tempo. Depois nos entregamos ao cansaço da noite.
Pela manhã repetimos a dose, não tão sádicos como na noite, mas tão deliciosamente prazeroso. Repetimos isso por mais outras boas e fartas vezes. Hoje, o André já não mora mais na cidade, mas ainda temos bons contados. E eu, até agora, não encontrei alguém que topasse brincar com minhas algemas e velas.

26 de set. de 2009

Um Fetiche Perigoso

UM FETICHE LEVADO AO EXTREMO

por Anderson Oliveira.


Seus sentidos foram retornando aos poucos. A cabeça estava pesada e parecia que o seu coração estava batendo dentro do crânio, emitindo pulsos constantes de dor.
Não conseguia enxergar nada. Algo estava cobrindo os seus olhos. Uma venda? Tudo parecia girar, apesar de perceber que ele estava estático, deitado em uma cama em algum lugar.
Fez um esforço para se virar, mas não conseguiu. O terror invadiu o seu corpo. Algo lhe prendia os braços. Ele estava amarrado à cabeceira da cama. Tentou desvencilhar-se, mas notou que estava também com as pernas atadas. Não conseguia fazer nenhum movimento.
Ainda estava tonto, como se tivesse tomado um porre, mas não se lembrava de ter bebido. Fez um esforço para resgatar o último momento que estava registrado na sua mente. Ele tinha chegado em casa do serviço às 18:30, o seu futuro cunhado estava em casa e tomaram uma cerveja juntos, esperando pela irmã que deveria chegar dali a pouco.
O lugar onde ele se encontrava era totalmente calmo, nenhum barulho de carros passando, um silêncio total. Seria noite?


Desesperado, o cabo Freitas, da PM de São Paulo, 25 anos de idade, tentou se desvencilhar das amarras debatendo-se de um lado para o outro, mas sem sucesso. Só estava machucando-se cada vez mais. Ficou parado, tentando ouvir algum barulho.
Alguns minutos se passaram e então ouviu passos.
Ficou ouvindo enquanto um som de sapatos caminhando sobre assoalho de madeira velha vinha de alguma sala ao lado. Ouviu-se o ranger da porta de dobradiças enferrujadas se abrindo e então aqueles passos pararam ao seu lado. Não disse palavra, apenas ficou ali parado.
– Quem é? O que vocês querem de mim?
Silêncio. Dava para ouvir um cachorro latindo bem longe, depois um carro passou em alguma rua distante.
De repente, a pessoa arrancou bruscamente a venda que cobria seus olhos. As pupilas contraíram-se rapidamente por causa da luz enquanto a íris procurava achar o foco do rosto à sua frente.
– Roger? - rosnou assustado - que porra é essa?
O vento começou a soprar do lado de fora enquanto seu cérebro tentava reorganizar as idéias. Estava completamente confuso.
Ficou olhando durante muito tempo para o rosto do noivo de sua irmã, sem conseguir compreender. O que o próprio cunhado poderia querer com ele?
– Cara, se isso é uma brincadeira, quero que pare agora! - gritou, desta vez com a voz cheia de raiva. O medo tinha ido embora e fora substituído por um enorme alívio ao ver o rosto conhecido do homem que casaria em poucos meses com sua irmã. - Desamarra essa porra aqui, caralho!
Roger não disse palavra, mas o canto esquerdo de sua boca arqueou-se levemente, fazendo surgir em seu rosto um sorriso sádico e doentio. Ficou parado, olhando o cabo da PM que estava diante dele. "Diante dele e totalmente para ele", pensou.
Depois de ter colocado um forte calmante em sua cerveja enquanto eles bebiam no início daquela noite, havia trazido o policial para esta casa quase abandonada em Mogi das Cruzes. Havia alugado o casebre uns dias atrás para executar o plano que estava há muito tempo revolvendo em sua mente.
Ele se aproximou e ficou ali contemplando o policial - agora indefeso - diante de si. Aquela visão fez seu coração bater mais forte. Sempre encarava os policiais com um certo medo, apesar de sempre ter nutrido um tesão incontrolável por aquela farda cinza. Eram sempre rudes, mal-educados, mal-encarados... E agora um deles estava ali na sua frente, totalmente à sua disposição.
Ficou olhando para o volume na calça do cabo e foi lentamente com a mão naquela direção.
– Viado filho da puta! - gritou o policial com todas as suas forças, começando a entender o que estava acontecendo. Forçou as amarras até quase arrebentarem. -- Você esteve enganando a minha irmã todo esse tempo, seu puto! Você gosta de rola, né seu queima-rosca do caralho!
Todos aqueles palavrões fizeram com que Roger ficasse ainda mais excitado. Agarrou com força o pênis do policial por cima da farda, sentindo desesperadamente aquele volume. Ele foi com tanta força que nem percebeu que agarrava as bolas dele com força e fez com que o policial soltasse um grito de dor.
– Meu saco, seu filho da puta!
Roger abriu violentamente a calça do PM, complicando-se com o cinturão onde ele tomara o cuidado de retirar a arma. Baixou o zíper e ficou ali admirando a cueca branca e o volume que ela continha.
Sua tara havia chegado ao limite. Nunca antes ele havia colocado a mão em outro homem, nunca havia tido qualquer tipo de relação homossexual. Sua tara talvez tivesse se iniciado quando ainda era criança, quando apanhou de um policial na saída da escola. Roger ainda estava na quarta série quando pegou uma bituca de cigarro do chão e tentou fumar. Assim que colocou o cigarro na boca, levou um tapa na cabeça e foi cair uns quatro metros para frente. O policial que fazia a ronda da escola deu-lhe uma bronca e disse que da próxima vez iria até a casa dele falar com seus pais. A imagem do policial em pé ao lado dele, caído no chão enquanto aquele homem esbravejava em sua direção nunca tinham se apagado de sua mente. Pelo contrário, ficaram armazenas lá no fundo e vieram à tona diversas vezes durante seus sonos mais profundos.
A calça cinza do PM estava aberta e a cueca branca recheada com o volume masculino era um convite irrecusável para Roger. Todo o seu corpo tremia, o coração estava acelerado. Olhou para a mesa de cabeceira, sobre a qual o revólver estava cuidadosamente descansando. O cabo Freitas acompanhou o olhar dele e viu também uma cartela de algum remédio com dois comprimidos faltando. A caixa do medicamento ao lado fez com que sua raiva aumentasse ainda mais.
– Seu filho da puta, você me deu Viagra, seu corno! -- gritou ele mais uma vez, debatendo-se sem conseguir fazer nada além de se mover alguns centímetros.
Roger continuou calado. O efeito do Viagra que ele tinha dado ao PM já devia estar iniciando seu efeito. Ele deu dois comprimidos do mais potente que encontrara.
Chegou bem perto da calça cinza aberta e começou a cheirar a cueca branca do PM. O cheiro que invadiu as suas narinas o deixou louco. Era o cheiro de uma cueca de policial militar que trabalhou o dia inteiro com ocorrências na zona leste de São Paulo, cheiro de pênis, enfim, de macho. Encostou o nariz bem fundo na maciez daquela cueca e o volume começou automaticamente a aumentar ali dentro.
– Caralho! - gemeu o policial. Foi uma expressão de surpresa. Ele também nunca tinha tido nenhuma relação com homem, mas o estímulo no seu pau, aliado ao Viagra, fizeram com que o seu pênis começasse e enrijecer sem que ele tivesse nenhum controle sobre isso.
Roger ficou ainda mais excitado conforme ia reparando que o pau do PM crescia cada vez mais e parecia querer escapar da cueca. Começou a mordiscá-lo desde a cabeça até o saco, quando o PM deu um gemido de dor.
Quando o pau do cabo Freitas parecia estar no máximo de sua dureza, a cabeça já estava quase saindo pela lateral do tecido branco e macio de sua cueca. Roger não podia mais esperar. Estava louco de tesão e puxou a cueca com força para baixo, rasgando-a e expondo um belo cacete, grosso e babão. Ele não era muito peludo, o saco era grande e encoberto por finos pêlos. Segurou o cacete pelo meio e sua mão não fechou totalmente. Colocou-se entre as pernas abertas do policial, amarradas uma em cada ponta da cama, e chegou o rosto bem perto daquela jeba. A cabeça daquele mastro estava melada com o líquido transparente do tesão e ele começou a apertar forte desde o saco até em cima, como que espremendo um tubo de creme dental. Isso fez com que mais líquido saísse lentamente e ele passou a ponta da língua bem devagar, espalhando aquele mel sobre a cabeça lisa e brilhante, lambuzando-a completamente.
Durante todo esse tempo o cabo tinha ficado quieto. Estava com medo da insanidade do cunhado, não sabia o que ele poderia fazer e estava cauteloso. Sua cabeça não parava um só segundo de tentar achar uma forma de escapar dali. Viu que as mãos estavam amarradas com tiras de lençol que foram rasgadas e os pés com cordas. Seu pau estava incrivelmente duro, apesar de sua mente estar pensando em tudo naquele momento, menos em sexo. Sentia naquele momento que Roger começava a sugar o seu membro duro violentamente, chegando às vezes a machucá-lo. Parecia que ele nunca antes tinha chupado um cacete na vida, de tão afoito que estava.
O cabo não tinha muito o que fazer. Relaxou e ficou quieto, esperando o que ia acontecer. Fechou os olhos enquanto Roger o chupava e mamava como um bezerro que acabara de nascer e tinha encontrado uma das tetas de sua mãe. Seu pau estava tão duro que chegava a doer. Deixou o filho da puta viado do seu cunhado mamar o seu pauzão o quanto quisesse.
O enorme membro do PM era para estar gasto, de tanto que ganhava boquete. A mulherada adora uma farda e ele sempre comia uma biscate dessas quase todo dia. Elas sempre paravam nos postos móveis onde ele trabalhava. Chegavam pedindo informação, depois ficavam olhando para o volume na farda disfarçadamente e ele já sabia o que elas queriam. Sempre ganhava uma chupeta ali por perto mesmo. Elas elouqueciam com o tamanho da jeba do garoto. E o cabo gostava muito de uma chupeta, mais até do que meter. Ficava relaxadão enquanto o serviço era feito.
Roger ficou muito tempo mamando seu cacete. Freitas sentia a baba escorrendo pelo seu saco e molhando o colchão. Ele parecia nunca se cansar, já estava quase dormindo com aquela mamada e demorou para sentir que ia gozar, talvez por causa do efeito do remédio e por causa de toda aquela tensão.
Quando Roger percebeu que o PM ia gozar, segurou a vara duríssima pelo meio e começou a bater uma punheta bem devagar. O saco grande e peludinho estava contraído, as duas bolas apertadas e preparadas para ejacular. Seu coração batia forte diante do primeiro pênis que ele segurava e degustava. Queria ver e sorver o líquido quente que estava prestes a jorrar.
Quando ele percebia que o PM estava para gozar, ele parava um pouco. O PM já tinha esquecido momentaneamente da situação e gemia de prazer, os olhos fechados, o suor pingando da sua testa e molhando seu uniforme, que tinha sido aberto e revelava o peito liso e forte.
Chegou um momento em que o policial não aguentou mais e mesmo com o movimento lento das mãos do cunhado, explodiu numa gozada que chegou até o seu peito e pescoço. Roger segurava o pênis pulsante pelo meio enquanto as contrações faziam o líquido branco e viscoso esguichar e escorrer por todo o comprimento daquele mastro duro. Ele ainda segurava enquanto a porra escorria por sua mão, descia até o saco e caía no lençol da cama. Ele continuou segurando o pau que continuava duríssimo, depois voltou a espremê-lo para retirar até a última gota de esperma que ainda tivesse ali. Segurava desde a base e ia apertando devagarinho até em cima enquanto mais sêmen saía lentamente daquele pau duríssimo.
Roger soltou o pau do PM e levou a mão gosmenta até a boca. Fechou os olhos e começou a lamber os dedos como se estivesse provando algum creme muito saboroso. Sorveu tudo, até não sobrar mais nada. Em seguida, deu uma boa lambida perto do umbigo, onde uma poça de porra tinha ficado e sorveu todo o líquido. Olhou para cima e procurou o ponto mais alto onde o jato tinha atingido o pescoço do policial.
Quando ia chegando perto, com a boca semi-aberta para sorver aquele líquido, levou uma enorme pancada na cabeça. Não havia notado que o PM já estava alerta de novo e observava cada movimento seu, esperando uma oportunidade. O policial havia projetado a parte superior do corpo para a frente e dado uma cabeçada violenta na testa dele que o fizera cair desacordado para o lado e rolado no chão.
O cabo Freitas começou sua luta individual para afrouxar as amarras em seus punhos. Se tiver tempo suficiente, pode movimentar as mãos, girando-as para um lado e para o outro, e aos poucos dar uma folga no pedaço de lençol.
Enquanto Roger estava caído no chão, o policial percebeu que aos poucos o lençol ia dando mais folga e ele conseguia cada vez mais espaço para movimentar o pulso, já machucado das tentativas anteriores de se livrar. Após alguns minutos, conseguiu finalmente afrouxar a mão direita e sua mão escapou por debaixo do pedaço de tecido que a prendia. Soltar a outra mão foi fácil e a primeira coisa que ele fez foi pegar sua arma em cima da mesa de cabeceira ao lado, recolocando-a no coldre.
Soltou as amarras do pé e levantou-se. Toda aquela porra estava escorrendo pelo corpo e notou que o seu pênis ainda estava tão duro como antes de gozar. Aquele filho da puta ia pagar muito caro pelo que tinha feito.
Pegou Roger do chão e atirou-o em cima da cama, barriga para baixo, e amarrou seus braços atrás das costas. Em seguida foi até um banheiro que havia próximo dali, encheu uma caneca com água, voltou ao quarto e jogou no rosto dele.
Roger acordou abruptamente, olhos arregalados, tentando assimilar o que estava acontecendo. Olhou para o lado e viu a figura do policial em pé ao seu lado, totalmente nu, o pênis ainda ereto.
O cabo Freitas deu a volta na cama e parou do outro lado. Seu corpo jovem e torneado com músculos definidos estava ensopado do próprio sêmen. Ele puxou a calça de moleton que Roger estava usando até que ficasse abaixo do joelho. Depois passou a mão pelo corpo, de forma a recolher o máximo da porra que tinha espirrado ali, e lambuzou todo o cuzinho do cunhado.
– Você agora vai ver o que é bom. - disse o PM. – Se esse cuzinho for virgem, você vai ver muita estrela agora.
E Roger realmente nunca tinha transado com nenhum homem. Mal podia acreditar que ele pudesse ter deixado a situação se reverter e agora estava completamente dominado pelo PM. Ele, que tinha planejado abusar do policial para depois matá-lo, agora estava prestes a ser estuprado por ele.
Ele subiu na cama, o pau grosso e duro como uma tora de madeira e totalmente lubrificado com a própria porra. Afastou as pernas de Roger de modo que ele ficasse bem no meio delas, segurou o cacete com uma mão, colocou-o no meio da bunda dele e, sem nenhuma piedade, meteu para frente com toda a força.
Roger soltou um grito e a dor foi tanta que ele quase desmaiou. A princípio só a cabeça entrou, o restante do pau não entrava de jeito nenhum, por mais que o PM forçasse para frente. Percebendo que não ia conseguir, ele saiu da posição onde estava e foi até a cozinha da casa onde tinha sido feito prisioneiro. Abriu a geladeira e passou os olhos procurando algo que pudesse usar. Pegou um pote de margarina e voltou para o quarto. Passou três dedos dentro do pote, pegando uma grande quantidade do creme viscoso e gorduroso, e lambuzou o rabo do seu cunhado, que ainda gemia de dor.
Jogou o pote para um lado e voltou a cavalgar o futuro marido de sua irmã. Colocou novamente o pau no meio da bundinha dele, ajeitando a margarina com a cabeça do penis e colocando-a no meio do caminho. Dessa vez seu pênis foi abrindo caminho sem nenhuma resistência. O cacete foi deslizando e abrindo passagem naquele cu totalmente virgem enquanto Roger soltava gritos de dor e pedia para ele parar.
– Cara, pelo amor de Deus, pára com isso, cara, você vai me estourar inteiro! - gritava ele.
– Você não queria rola, sua putinha? - perguntava ele sorrindo e enfiando cada vez mais fundo o pauzão. – Agora você vai ter que aguentar até o fim, seu filho da puta.
O cabo Freitas apoiou as duas mãos em cima da cama, empurrou ainda mais as pernas do cunhado para que ficassem bem abertas e cavalgou com toda a força dos seus músculos e com todo o vigor de sua virilidade. Quanto mais Roger gritava, mais prazer ele sentia em rasgá-lo. Ele sabia o que o seu pau fazia em orifícios virgens como aquele. Sua mulher nunca tinha deixado ele comer seu cuzinho, e todas as meninas que ele tinha tentado, nenhuma tinha deixado. Aquela foda foi a reunião do ódio que estava sentindo pelo cunhado e do tesão por estuprar um rabo virgem.
Tirou o cacete um pouco e viu o estrago que tinha feito. Antes um pequeno orifício fechado, o cuzinho do cunhado agora estava completamente estuprado. O sangue escorria pela bunda e manchava o lençol branco da cama. Isso o deixou ainda mais louco de prazer e meteu novamente.
Freitas ficou muito tempo cavalgando aquela bunda. Como já tinha gozado, demorou bastante tempo metendo até que o cunhado parou de gemer de dor e começou a gemer de prazer. A dor inicial do estupro tinha sido substituída por uma sensação de subordinação que o fez lembrar do dia em que aquele policial havia lhe dado um tapa e o derrubado no chão. Freitas continuava xingando ele de todos os palavrões possíveis e isso começou a deixá-lo louco de tesão. Gozou do jeito que estava, com as mãos amarradas às costas, sem tocar no próprio pau.
Em seguida, o cabo da polícia militar enrijeceu seus músculos e parou de repente, enquanto seu pênis contraía dentro da carne quente e apertada do ânus estuprado do cunhado e gozava pela segunda vez. Ficou um tempo parado até todas as contrações cessarem e deixou o pau dentro do cunhado por um tempo, seu corpo completamente molhado de suor. Sentiu que o orifício onde seu pênis estava inserido estava muito quente, talvez por causa da gordura da margarina e também por toda a fricção que havia sofrido.
Ficou uns cinco minutos ali parado, ambos sem dizer nenhuma palavra. Roger estava sentindo muito medo do que poderia acontecer a seguir, afinal o irmão de sua noiva estava de posse de uma arma em uma casa praticamente abandonada da periferia. O seu ânus estava amortecido pela dor, mas podia sentir que o pênis do policial ainda estava completamente enfiado lá dentro e totalmente duro. Os dois comprimidos de Viagra foram os responsáveis por sua desgraça.
Passados os cinco minutos, e para sua surpresa, o policial voltou a bombar novamente. E meteu ainda com mais força do que antes, sem sequer ter tirado o pau. Voltou a meter forte por quase vinte minutos, até gozar novamente.
Dessa vez, o PM retirou o membro que continuava duro e foi até o banheiro se lavar. Voltou já vestido com sua farda e parou diante da cama onde Roger ainda estava preso. Segurava uma faca na mão.
– E aí, gostou de levar rola? - perguntou sarcástico.
Roger não respondeu. O brilho da lâmina daquela faca o fez tremer. Seu mundo estava prestes a acabar. Inconscientemente ele talvez tivesse se aproximado da irmã do cabo Freitas porque sabia que o irmão dela era policial. No dia em que a conhecera, num bar, o irmão estava fardado na mesma mesa em que ela estava.
– Eu vou desamarrar você - continou o policial - e você vai ficar quietinho. Se fizer qualquer movimento errado, eu meto uma bala na sua cabeça aqui mesmo, entendeu?
Ele fez que sim com a cabeça e o policial caminhou até a cama. Cortou as amarras com a faca que havia pegado na cozinha e o libertou. Roger virou-se lentamente e sentou-se na beirada da cama, olhando sempre para baixo.
– O que você vai fazer comigo agora? - perguntou.
– Não vou fazer nada. E você também não vai fazer nada - disse calmamente. – Tudo vai ficar do jeito que está. Você vai se casar com minha irmã como já está planejado e é isso.
– Mas... - começou a falar, mas foi interrompido pelo policial novamente.
– E você vai dar essa bundinha pra mim sempre que eu quiser. - falou ele, dessa vez com um ar mais sacana. – Quando eu quiser, a hora que eu quiser, essa bundinha vai ter que aguentar minha rola sem reclamar.
O policial não esperou pela resposta. Pegou suas coisas e saiu. Roger ainda ficou um tempo ali parado. Um pequeno sorriso surgiu em seus lábios.

19 de mai. de 2009

A FRIA ESTAÇÃO.

A FRIA ESTAÇÃO.
por Roberto P. C. Filho.



Nas noites de inverno as pessoas sentem-se terrivelmente solitárias. Não foi diferente com aquele rapaz de 25 anos que acabara de sair do trabalho e sabia que ao chegar em casa nada e ninguém encontraria. Nem mesmo um cachorro ou gato.

Toda sua família morava no interior do Rio Grande do Sul. Assim era a vida deste gaúcho de 1,80m, 76kg, olhos azuis, loiro como um anjo e muito, mas muito, cheio de amor para dar...
Entrou no ônibus, lotado como sempre, e encaminhou-se para o fundo da condução. Teve que se esfregar aqui e ali, até não ter mais para aonde ir. Ali ficou prostrado, obsvervando as ruas da grande metrópole que passavam diante de si. Estava escurecendo, era por volta de 19h.
O calor humano daquela lotação o fazia esquecer do inverno. De repente, naquele aperto, ele sente algo diferente encostando em suas deliciosas e sensuais nádegas. Era um rapaz de uns 35 anos, negro, forte e mais alto que ele. Não sabia se o que estava acontecendo era proposital ou só uma circunstância. No entanto, ficou muito excitado e nervoso com aquela situação e muito mais com aquela vara rija que lhe roçava.
Milton, o loiro carente, não sabia se se esquivava ou deixava rolar. Ele olhou para aquela mão enorme, negra e linda, imaginou mil coisas. Era inverno? Não, para ele aquele era um dia de verão senegalês. O ônibus ia rodando, mais gente ia entrando e aquele Deus de Ébano cada vez mais junto a ele. Aquela vara, que deveria ter uns 22cm, enroscava-se em sua bundinha branca e deliciosa.

Ele estava febril... suando... Sem querer, teve que arrumar sua carteira no bolso de trás e neste momento pode sentir o quanto aquele macho estava excitado. Foi como se não houvesse mais ninguém naquele lugar. Sentiu aquele afro-descendente rasgar-lhe a camisa, numa fúria inexplicável. Pegou-o por trás, virou-o em seus braços e começou a beijá-lo.
Aquela boca macia começou a descer por todo o seu corpo. As roupas que lhes cobriam os corpos já não existiam mais. Estavam como queriam: nus. O gaúcho estava enlouquecido. Começou a beijar e descer, descer e beijar, até chegar no seu ponto alvo, aquele mastro negro e enorme, que mal cabia em sua linda e deliciosa boca.
Mesmo assim, numa gula de mil feras famintas, ele chupou e engoliu tudo que podia e não podia daquele pau delicioso e grande. Jonas, o rapaz negro, forte como um touro, puxou Milton para si e efregaram-se como se estivessem criando o fogo novamente. Ficaram assim até que aquela tocha ardente pudesse encontrar um caminho.
E assim foi. Jonas meteu sua vara incandescente naquele cuzinho apertadinho. Foi entrando e ouvindo de Milton o gemido de dor misto com prazer. Os movimentos tornavam-se cada vez mais contínuos e mais prazer havia entre aqueles corpos. Ambos eram um só corpo de excitação. Pau, boca, ânus... tudo fazia parte daquele jogo de puro tesão.
Vai... vem... vai... vem... Esta era a ordem do dia e da noite. Até que num súbito e mais agudo gemido, saiu o liquido mais precioso da vida. Os dois gozaram muito. Café... leite... e creme, que mistura deliciosa! Aliviaram-se, relaxaram e de repente... num solvanco, voltaram para aquele ônibus e para a realidade. Chegou o ponto de Milton, mas qual não foi sua surpresa! Jonas era seu novo vizinho de apartamento e convidou-o para tomar um vinho, já que se sentia sozinho nas noites de inverno.

17 de mai. de 2009

EXÉRCITO É FODA.

Exército é foda
por Anderson Oliveira




Cheguei naquela tarde ao chuveiro com uma certeza: aquela noite eu ia levar uma sova. Eu sabia que não deveria ter enfrentado o Falcão. Mas na hora da raiva homem não pensa, é o nosso instinto animal quem manda.

Terminei de tirar a cueca, deixei-a cuidadosamente dobrada junto ao short de treinamento sobre o banco e fui direto tomar banho. O chuveirão do quartel de Caçapava era um enorme galpão onde dezenas de rapazes de 18 e 19 anos revezavam-se no banho, muitas vezes, gelado por causa da zoeira dos veteranos que desligavam a corrente elétrica. Já era noite, tínhamos terminado o Treinamento Físico-Militar (TFM) e o sargento já estava gritando: “Vamos economizar a água do quartel, cambada! Vai, vai, vai!”

Posicionei-me debaixo de uma das duchas e vi que o meu camarada Gabriel chegou ao chuveiro do lado. Ele estava com uma cara fechada, parecia que estava mais preocupado do que eu!

– Fala, bisonho! – disse ele. Todo mundo é “bisonho” no quartel. Aliás, a única coisa autenticamente engraçada no Exército são os apelidos dos caras. Um pior que o outro. Ninguém sabe direito o nome do camarada, mas o apelido está sempre na ponta da língua.

Tocou o primeiro apito e colocamos a mão na torneira. Se algum filho da puta não ficasse atento para girá-la no segundo apito, pagava flexão. Veio o som ardido do segundo e ligamos imediatamente o chuveiro. A água dessa vez saiu quente para meu alívio.

– Você tá fudido, hein, Ferreira... Por que não ficou quieto, cara? – falou Gabriel sem olhar para mim, preocupado em molhar o corpo rapidamente.

O terceiro apito tocou e todos desligaram o chuveiro. Peguei o sabonete e comecei a passá-lo pelo corpo, tentando me ensaboar o máximo que conseguisse. Não respondi, apenas fechei a cara. Eu sabia que ia me fuder. O apito zuniu pela quarta vez e o barulho de água ouviu-se novamente, tirando o suor daqueles jovens corpos exaustos.

O sargento andava lentamente em direção ao outro lado do banheiro, mãos atrás das costas, sem tirar o apito da boca. Se o cara não tirar a espuma bem rápido, vai ter que tirar o resto na toalha. O quinto e último apito soou longo e o barulho da chuveirada cessou instantaneamente. Peguei minha toalha e comecei a me secar. Foi só o sargento dar meia-volta e ficar de costas para nós, eu senti uma cusparada bem na minha bunda, certeiramente no meio do meu rego:

– Plaft – e vi quando o Falcão passou por mim, ainda dando mais uma cusparada no chão, toalha na mão. Ele era fortão, diziam que foi campeão de natação em Taubaté, tinha o corpo mais perfeito dentre todos os recrutas. E o cara tinha um cacete enorme, fazendo jus ao apelido de Tripé que deram para ele. Ele vivia balançando o pintão na frente de todo mundo, parecia que tinha orgulho daquela mangueira.

– Já vai lambuzando esse rabinho aí e deixa no jeito pra mim, hein – disse ele entre dentes.

Novamente tive um acesso de fúria, da mesma forma incontrolável como aconteceu naquela tarde, e parti pra cima dele. Senti que o Gabriel me segurava e eu não conseguia parar de tentar chutar o filho da puta, sem conseguir alcançá-lo. O sargento deu meia-volta e dessa vez o apito soou tão forte dentro daquele banheiro que os meus tímpanos quase estouraram.

– Para o chão, seus lixos! – berrou ele. – E deixa 50 aí! Isso é para as mocinhas aqui pararem de fazer as unhas na hora do banho!

Todo mundo teve que cair em posição de flexão, a toalha caindo no chão, bunda pra cima, o pau ralando naquele chão sujo e molhado. O filho da puta ainda veio na minha direção e colocou o coturno nos meus ombros. Ele não viu que o Falcão também estava envolvido na briga. Ou não quis ver.

Falcão era sobrinho do sargento, por isso fazia o que queria. Depois da discussão que tivemos durante o TFM, eu já sabia que ele ia querer dar o troco naquela noite. Todo mundo dizia que o cara era vingativo e eu simplesmente ia ter que ficar quieto porque senão era bem provável que eu ainda fosse punido. Eu tinha enfrentado quem não deveria e ia me ferrar.

Já estava deitado e faltavam alguns minutos para as luzes se apagarem. Eu fiquei contemplando a foto da minha namorada. Caralho, como eu sentia falta daquela menina! No auge dos meus 18 anos, há uma semana sem transar, sem tempo nem pra bater uma punheta... Talvez a falta que eu sentia fosse na verdade de uma buceta onde enfiar meu pau, isso sim! Os caras ficavam loucos quando ia chegando perto do fim de semana, as brincadeiras de passar a mão, encoxar o parceiro, etc., iam cada vez mais passando dos limites.

Finalmente um apito soou e as luzes se apagaram. Fiquei apreensivo. Alerta. Tentava dormir com um olho e vigiar com o outro. Nada. O TFM derruba os recrutas. Apaguei. Fui arrancado do meu sono subitamente por alguém que me dominou com a destreza de um policial da Swat. Quando me dei conta do que estava acontecendo, já estava com as duas mãos imobilizadas atrás das costas e uma mão cobria minha boca para eu não gritar.

Que horas seriam? Eu estava tão exausto do treinamento, não tinha noção de quanto tempo tinha dormido. Mas eu sabia quem estava ali. Só podia ser ele. Eu já podia imaginar o que ele ia fazer: dar umas porradas na minha cara, socar o meu rim e sair de fininho depois.

– Eu falei que você não sabia com quem tava mexendo – sussurrou ele bem perto do meu ouvido. Só de cueca, seu corpo enorme e musculoso estava totalmente sobre o meu, fazendo com que fosse quase impossível eu me mexer. – Se você der um pio, amanhã você vai para o TFM engatinhando, falô? – disse, e soltou a mão da minha boca.

Torceu ainda mais o meu braço e achei que ele queria quebrá-lo. Soltei um gemido de dor. Ele amarrou meus braços atrás das costas com um pedaço de pano e eu fiquei lá, paralisado, o coração batendo forte e esperando uma seqüência de golpes. Ele continuou deitado em cima de mim enquanto pegava outro pedaço de pano e amarrava agora a minha boca, dando um nó por trás da minha cabeça. Eu estava totalmente imobilizado e estarrecido.

Ele ficou um tempo parado ali, em cima de mim e foi quando percebi que o volume dentro da cueca dele estava crescendo. Congelei nesse momento. O cara estava ficando de pau duro! Eu estava só com uma cueca fina também e senti quando ele começou a roçar aquele cacete na minha bunda. O sangue sumiu do meu rosto, aquele cara não ia querer me estuprar!

Ele começou a passar a mão na minha bunda e puxou a minha cueca até o meio das minhas pernas. Eu estava paralisado, sem saber o que fazer. O volume dentro da cueca dele ia ficando cada vez maior e eu não conseguia nem imaginar o tamanho que aquilo ia ficar. Mantendo ainda o corpo sobre o meu, ele tirou a própria cueca e senti uma coisa quente e pesada cair no meio das minhas pernas. Era grosso e pulsava com uma semana de tesão, uma semana louco para trepar e gozar com a testosterona saindo pelos poros.

Esticou uma das mãos e pegou no chão alguma coisa, que em seguida passou no meio da minha bunda. Contraí as nádegas o máximo que pude, tentando proteger meu sagrado orifício, que nunca ninguém encostou um dedo, mas aquela coisa gelatinosa fazia o dedo dele passar sem nenhum problema.Eu me contorci, mas ele era muito forte. Eu estava – literalmente – fudido. Totalmente imobilizado, não podia fazer nada, tinha que simplesmente esperar que tudo aquilo acabasse o mais rápido possível.

O pau daquele cara estava mais duro do que nunca. Ele se posicionou em cima de mim e colocou a cabeça daquela jeba bem no meio da minha bunda. E começou a forçar para a frente, sem conseguir fazer entrar. Eu estava apertando ao máximo as nádegas, tentando evitar que aquele mastro entrasse no meu rabo.

–– É melhor você relaxar, senão vai doer muito, – ele sussurrou.


E achei que era o melhor a fazer porque ele estava forçando mais e eu começava a sentir muita dor. Não parecia que ele estava fazendo aquilo porque queria me machucar, parecia que ele estava querendo na verdade era se aproveitar mesmo. Relaxei e ele lentamente introduziu a cabeça do cacete, que pareceu uma invasão enorme no meu corpo. Ficou um tempo assim, parado, esperando eu relaxar. Senti muita dor, mas fiquei quieto. O pau dele foi entrando, entrando e parecia não ter mais fim.


Foi quando eu me estarreci ainda mais. O meu pau começou também a ficar duro. Não consegui entender o que estava acontecendo, mas ser submetido àquele homem, sem poder reagir, totalmente submisso, com a respiração ofegante dele no meu pescoço, aquele membro enorme entrando e saindo do meu corpo, tocando a minha próstata, acabou me fazendo sentir algo inexplicável. Meu pau ficou duríssimo de tesão.

O Exército talvez deixe os caras loucos. Sem transar por vários dias, sem ver uma buceta, o instinto animal chega ao seu limite. Depois de apenas algumas bombadas, senti que o recruta Falcão, de quem eu esperava levar uma surra por tê-lo enfrentado naquela tarde, enfiou mais fundo em mim, deu uma gemida de prazer e o seu pau começou a pulsar loucamente dentro do meu rabo. Ele estava gozando. Entrei num estado de êxtase, algo que até hoje não consigo explicar, e gozei no mesmo momento, sem nem tocar no meu cacete!

Ele parou um pouco, puxou lentamente aquela carne quente para fora de mim e a porra gosmenta dele escorreu como um rio por entre minhas pernas. Ele ficou ali um tempo, respirando fundo. Sem palavras, ele simplesmente levantou e saiu. Eu não sei quanto tempo fiquei ali parado. Minha cabeça entrou numa piração total. Eu não poderia ter ficado de pau duro! Aquele cara era nojento, seu pinto era nojento, não entendo como isso pôde acontecer. Eu me soltei lentamente das amarras que ele tinha feito e demorei a dormir.

Hoje eu tenho 40 anos, sou casado e tenho dois filhos. Mas esse episódio até hoje assombra as minhas fantasias. Fico imaginando se algum dia isso poderia se repetir, se eu fosse dominado novamente por outro homem e se eu iria gostar da mesma forma. Tento afastar esse pensamento, mas não consigo.

15 de mai. de 2009

FLAGREI MEU FILHO DANDO O CÚ.

FLAGREI MEU FILHO DANDO O CÚ.


Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos.


Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai.. E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto.

Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra.... Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado...; Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu: É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido. Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado.

Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.

EU CARLINHOS E O PADRE

EU CARLINHOS E O PADRE


Quase não consegui dormir naquela noite depois de todos os acontecimentos na casa paroquial ( FUI CONFESSAR E COMI O PADRE). Tinha sido um tesão enorme comer o padreco, e agora eu já me sentia homem de verdade, afinal tinha comido alguém pela primeira vez e queria mais.

Meter era muito bom. Na manhã seguinte fui chamar o Carlinhos com a desculpa de jogarmos bola mas na verdade queria dar as minhas bolas pra ele, mas sabia que ele não iria ir muito além do que já tínhamos feito, que era pegar no meu pau, deixar eu passar a mão na sua bunda e no máximo dar umas encochadinhas. Jogamos um pouco e perdi de propósito a primeira para dar motivação a ele, que ficou dizendo que ia me encochar e eu teria que bater pra ele. Ganhei as duas seguintes e com isso o ganhador era eu. Como estávamos jogando na minha casa e sabia que meus pais tinham saído, levei ele pro meu quarto pra ele pagar a aposta. Mal entrei no quarto já fui sarrando ele que pedia pra eu parar mas meu pau tava num tesão só. Tirei minha roupa e fiz ele pegar mo meu pau, mandei ele tirar a bermuda dele e ficar de costas e deixar eu enfiar meu caralho entre suas pernas mas não havia como realmente meter naquela bundinha que me enchia de tesão. De tanta esfregação e tesão acabei gozando nas cochas dele e fiquei passando a cabeça molhada no reguinho dele, que rebolava mas não sedia. Disse a ele então que no dia anterior tinha ido me confessar e que o padre tinha dito que aquelas brincadeiras eram normal na nossa idade mas que precisaríamos ir os dois confessar com ele quando acontecesse novamente, e como seria uma confissão dupla teria que ser na casa paroquial. Ele ficou meio assustado e com medo do que o padre iria dizer mas consegui acalma-lo. Combinamos de ir no final da tarde quando eu sabia que o padre estaria lá e sozinho. O tempo demorou a passar e meu pau ficava latejando só de imaginar como tudo aquilo iria acabar. Por volta das 5 horas passei na casa dele e fomos pra casa paroquial. Carlinhos continuava com medo e fui conversando com ele dizendo que ele ia acabar gostando de confessarmos juntos, que o padre era legal e que ele não iria se arrempender. Chegamos na casa e o padre ao me ver sorriu maliciosamente eperguntou se tínhamos ido nos confessar, Eu disse que sim e que o Carlinhos iria confessar junto. Os olhos do padreco viado brilharam e mandou que entrássemos. Repetiu o mesmo ritual. Mandou sentarmos no sofá e foi buscar um suco. Eu sabia que na realidade além de pegar suco ele ia tirar a roupa e ficar só de batina. Quando ele voltou pude notar que havia um volume por baixo dela, o que significava que ele também já tava com tesão. Sentou-se entre nós e pondo uma mão na perna de cada um de nós disse pra ficarmos tranqüilos e falarmos tudo e que nada seria dito fora daquela casa. Olhou pro Carlinhos e perguntou se ele queria falar primeiro. Ele fez sinal que não com a cabeça ainda assustado e pediu que eu contasse primeiro. Sem ter tirado as mãos de nossas pernas e agora já alisando a minha chegando bem próximo do meu pau pediu que eu falasse. Disse a ele então o que tínhamos feito pela manhã e ele olhava pro Carlinhos perguntando se era verdade. Carlinhos gaguejando confirmou e o padreco pediu pra que nós mostrássemos como tinha sido. Carlinhos ainda mais apavorado e com medo do padre disse que tinha vergonha. Então o padre disse que ele então iria fazer de conta que era Carlinhos e era praele ir dizendo se era daquele jeito que tínhamos feito.


Já cheio de vontade de pegar num caralho o padre me pediu pra ir mostrando nele como tinha sido. Disse que tínhamos tirado a roupa e o padre começou a tirar a minha. Meu pau tava duro como pedra e quando Carlinhos viu meu estado achou que o padre iria acabar com a gente. Ma pegando no meu cacete com muita vontade o padre perguntou se era daquele jeito. Não pude deixar de gemer com o toque daquela mão que eu já conhecia e disse entre gemidos que era. O padre perguntou ao Carlinhos a mesma coisa e ele com os olhos arregalados confirmou. O padre então pediu a ele que pegasse também porque aquilo era normal na nossa idade e pegando na mão dele colocou no meu caralho. Nossa... ter duas mão ao mesmo tempo no meu pau me levou as nuvens. Eu gemia. O padre tirou a mão dele e começou a tirar a roupa do Carlinhos que não fez nenhum movimento de recusa. O padre dizia pra ele ficar calmo que tudo aquilo era normal e pegou no cacete do Carlinhos que começou a endurecer. O Padre fazia movimentos leve de vai e vem no pinto dele e dizia pra ele fazer o mesmo comigo. Carlinhos começou a relaxar e gostando de estar sendo tocado pelo padre começou a fazer em mim os mesmos movimentos que recebia.

Eu já não estava agüentado mais de tesão e queria meter no cuzinho do padre que até aquele momento ainda estava com a batina. Perguntou ao Carlinhos se estava bom e com a afirmação dele disse que iria ficar ainda melhor, e abaixando a cabeça colocou o pau dele na boca. Carlinhos gemeu de tesão. Tirando a boca o padreco disse a ele que fizesse o mesmo em mim e me pediu pra levantar sua batina. Ali estava novamente aquele rabo que eu havia comido no dia anterior e que queria comer novamente. Comecei a acariciar aquele rabo enquanto o padre forçou a cabeça do Carlinhos no meu pau. Ele me chupava e punhetava enquanto fazia o mesmo no Carlinhos.

Comecei a dedilhar o cuzinho do padre que estava ficando cada vez com mais tesão. Perguntei a ele onde estava o gel e sem tirar o pau do Carlinhos da boca apontou pra gaveta. Carlinhos não entendeu nada mas já estava envolvido pelo clima de tesão e se contorcia com as chupadas que levava e me chupava ainda com mais vontade. Lambuzei o rabo do padre e pedi pro Carlinhos passar o gel no meu pau. Ele quis saber pra que e o próprio padre respondeu que era para dar mais tesão pra todos nós. O padre ficou de quatro na minha frente e pediu pro Carlinhos ajudar meu pau entrar nele. Carlinhos lambuzou meu caralho e foi direcionando ele pro cuzinho do padre, que rebolava e pedia pra eu meter gostoso como no dia anterior. Carlinhos ficou segurando meu pau enquanto eu ia enterrando ele no padre, que gemia e rebolava de tesão. Ele pediu pro Carlinhos ficar na frente dele que queria chupar o pau dele enquanto era comido por mim. Eu já não agüentava mais e estava a ponto de gozar. O padre começou a chupar o Carlinhos e pegando passando gel no dedo começou a acariciar o cuzinho do Carlinhos. Fui aumentando minhas estocadas enquanto ele aumentava a intensidade das chupadas no Carlinhos que foi relaxando o cuzinho até que o padre enfiou seu dedo nele. Foi o dedo entrar naquele cuzinho e
Carlinhos gemendo de prazer encheu a boca do padre de porra.


Com a gozada do Carlinhos o tesão do padre foi a mil e seu cu começou a piscar com força no meu pau que começou a inchar dentro daquele cu e explodir num gozo maravilhoso. Eu continuava estocando aquele rabo jogando cada vez mais porra dentro dele, e com porra sendo jogada ao mesmo tempo em seu cu e na boca o padre gozou sem nem tocar no seu pau..Ficamos alguns instantes engatados assim e ninguem perdia o tesão. Pedi pro Carlinhos vir tirar meu caralho daquele rabo gostoso e quando ele ficou a meu lado comecei a acariciar sua bunda. Agora ele não reclamava e enquando eu passava meu dedo em seu reguinho e procurava seu buraquinho ele dizia que meu pau era muito grande e devia ser difícil de agüentar. O padre com a voz ainda cheia de tesão disse que era maravilhoso ter um caralho entrando no cu e nada era difícil se feito com carinho. Disse que o pau dele também era bonito e devia ser muito gostoso também. Que se ele deixasse eu brincar no seu cuzinho ele deixaria o Carlinhos meter nele. Carlinhos imediatamente se posicionou atrás do padre mas ele disse que queria ver a carinha do Carlinhos comendo um rabo pela primeira vez. O Padre deitou de costas no chão e ficando de frango assado pediu pro Carlinhos fuder ele gostoso. Meio desajeitado mas cheio de tesão ele foi se enfiando entre as pernas do padre que com a mão direcionou o pau pra portinha de seu cu e pediu pra ele meter com vontade. Como aquele rabo estava totalmente lubrificado de gel e com minha porra que escorria pelas cochas do padre, o pau do Carlinhos deslizou todinho pra dentro. O padre gemia e rebolava. Vendo aquela cena toda e com todo tesão que tinha em comer o cu do Carlinhos passei mais um pouco de gel no meu caralho e lambuzei o anelzinho do Carlinhos. Ao sentir o gelado do gel no rabo Carlinhos olhou pra traz e percebeu o que iria acontecer. Com cara de muito tesão e sem parar de socar o pau no padre, pediu pra que eu fosse carinhoso com ele. Aquelas palavras foram a ordem que eu esperava. Pedi a ele que ficasse enterrado no cu do padre que eu iria colocar me cacete no seu cuzinho ainda virgem bem devagar, pra doer o mínimo possível. Comecei a pincelar aquele cuzinho com a cabeça e fui forçando aos poucos. Para me ajudar o padre ficava piscando seu cu no cacete do Carlinhos e dizia pra ele que ele iria adorar ter meu pau latejando dentro do seu cu.

Carlinhos relaxou um pouco o rabinho e enterrei meu pau todo de uma só vez. Ele gritou de dor mas para que não saísse de baixo de mim soltei meu corpo sobre ele enquanto o padre segurava ele no seu cu. Ficamos alguns segundos assim e comecei a bombar seu cuzinho. Carlinhos começou a gemer mas agora de tesão e no meu embalo ele bombava o rabo do padre que gemia e pedia mais. Urrando de prazer o padre gozou na barriga do Carlinhos e com os movimentos do gozo do padre acabou gozando dentro daquele rabo. Como eu ainda não tinha gozado pedi ao

Carlinhos pra ficar de quatro, o que ele fez rapidamente. Levando a mão pra traz colocou meu pau no seu cuzinho e pediu pra fuder ele como ele fudia o padre, que a essa altura já se posicionara por baixo do meu saco e lambias minhas bolas querendo engolir cada uma delas. Com os gemidos do Carlinhos, as lambidas do padre no saco e o tesão que eu tinha naquele rabinho não demorou muito e gozei novamente agora naquele rabinho, que a partir daquela tarde passou a ser meu e que comi por muito tempo, as vezes sozinho e as vezes com o padre, até o dia que fomos flagrados pelo outro morador da paróquia...

14 de mai. de 2009

MEU PAI E MEU TIO.

Descobrindo o Sexo
por Geovane Santos



Quando era criança minha noção de sexo, estendia-se apenas na concepção que tinha que minha mãe sempre me falava de como eu nasci...

Aquelas historias bobas que todas as mães contam para satisfazer a curiosidade dos filhos.

Quando eu descobri o sexo de verdade, eu já tinha por volta de 18 anos. Mas o que vi não era bem o conceito de sexo por assim dizer normal.


A historia começa mais ou menos assim: Eu gostava muito de matar aulas, era o último ano de escola e como já tinha passado em todas as matérias. Uma falta a mais não iria fazer falta.


Saí de casa normalmente como se fosse para escola e esperei todos saírem e voltei. Entrei dentro de casa e me esparramei no sofá. Já que estava sozinho resolvi ficar à vontade e tirei toda a roupa. Não demorou muito e um barulho na porta da frente me fez pular para trás do sofá.

Para meu espanto eram meu tio e meu pai que entravam. Estranhei, pois meu tio, e ele era irmão da minha mãe, sempre vinha em casa quando ela não estava em casa. De súbito, peguei rapidamente a roupa e me vesti, porém continuei atrás do sofá. Foi então que presenciei algo que jamais pensei que veria um dia.


Meu pai saiu do quarto completamente pelado e de pau duro... E meu tio imediatamente engoliu a vara do papai... No mesmo instante meu pau ficou duro como uma rocha, apesar de chocado com a cena, não pude evitar de sentir tesão com aquilo que eu estava presenciando. Eu sempre escutava quando novo, meu pai pedindo para minha mãe chupar e dar o rabo para ele. Mas na minha cabeça infantil era inconcebível tal cena. E por anos não pensava mais naquilo, já que não ouvia mais as conversas vindas do quarto de meus pais.


Meu pai ali diante de meu tio, que o chupava com uma vontade que me enchia a boca d´água. Os gemidos de meu pai se misturavam com os barulhos oriundos das mamadas que meu tio dava naquela pica. Eu juro que tentei fechar os olhos e imaginar que aquilo não era verdade ou que não estava acontecendo, mas a essa altura, com o pau duro, não resisti e comecei a me deixar levar pelo que via e minhas mãos ora passam por meu corpo, ora pelo meu rabo e ora pelo meu pau.


O meu tio depois de chupar até cansar, pediu para ser enrabado. Pedido feito, pedido aceito. Meu pai cuspiu no cu de meu tio e com vontade enterrou a vara dentro do cu do meu tio. Meu tio gemia e gania como um cachorro no cio. Meu pai, por sua vez, em voz baixa, dizia alguns palavrões e enterrava mais a vara. Cada vez mais, eles foram se deixando levar pelo prazer e eu também. Não demorou muito eu já estava fazendo um fio terra e batendo uma punheta.


Foi nesse instante que meu tio implorou por mais, banhado de suor. Um suor que exalava cheiro de homem misturado a puro tesão. Sem demora meu pai intensificou as enterradas e num gemido alto, disse que ia gozar. Nesse momento eu tio também que já estava batendo uma, anunciou o mesmo. Eu também já estava a ponto de explodir de tanta vontade de gozar e não resiste e acompanhei os dois.


De fato, gozamos os três juntos, porém em locais e circunstâncias diferentes. Meu pai em pé ao lado de meu tio jorrando porra boca adentro. Meu tio na punheta gozando e gemendo e eu atrás do sofá, gozando calado, mas por dentro com uma vontade enorme de gritar de prazer. Cada um obteve seu prazer ao mesmo tempo. E que prazer! Nunca tinha batido uma punheta tão gostosa quanto a que tinha acabado de bater.


Meu tio tratou logo de limpar toda a sujeira, se vestiu e foi embora. Meu pai foi tomar banho e eu com a oportunidade em mãos me vesti e saí. Ninguém nunca soube que meu pai, satisfazia seus desejos mais íntimos com meu tio, a não ser eu que obviamente tinha visto tudo e guardado para mim.


Eu fico pensando, em quantas casas mundo a fora isso não acontece... Foi algo que vivi e que jamais vou esquecer.