PESSOAL VOTE EM NOSSO BLOG.

5 de out. de 2009

ZOOOFILIA
Dando pro viralatinha
por sozinho.






Bom, não é de hoje que sinto tesão em ver animais cruzando na rua, em especial os cães, aquelas bombadas rápidas sempre me excitavam e me imaginei diversas vezes sendo uma cadela e ficando engatado com outro cachorro, só que infelizmente não tenho cachorro e essa vontade sempre ficou contida dentro de mim, a pouco mais de dois meses atras eu estava trabalhando no horario noturno quando apareceu um viralatinha la no meu serviço, o funcionario do noturno sempre trabalha sozinho pois o movimento é bem fraco e um só da conta, nisso esse viralatinha sempre aparece durante o dia no horario do almoço, vê que ele não é nada bobo neh rs, bom, mas não sei por que motivo ele apareceu la no horario noturno, a gente sempre dá comida, bolacha, pão que sobra de manhã pra ele comer, nisso que eu vi ele, fui até onde estavam os pães pra pegar e dar pra ele, nisso ele parou na porta da cozinha e ficou olhando pra mim, nesse momento eu olhei pra ele e me veio a idéia de tentar dar pra ele, eu chamei ele pra dentro da cozinha e ele veio com um pouco de receio porque a gente sempre expulsa ele quando ele entra la dentro e sempre manda ele esperar na porta, nisso que eu chamei ele joguei um pedaço de pão em um canto forçando ele entrar na cozinha e fechei a porta, nisso enquanto ele comia o pão eu tirei minha roupa e fiquei pelado, eu ja estava de pau duro e o danado ja até babava, qdo ele acabou de comer o pão eu coloquei meu pau pra ele cheirar e ele começou a lamber, como lambia gostoso, nisso eu fiquei de quatro pra ele, ele veio cheirar meu rabo, mas só cheirou e pronto, admito que isso me desanimou mas o tesão era maior, nisso eu chamei ele e tentei mexer no pau dele, ele deu um pulo pra tras e não queria deixar, ai eu fiquei alisando ele até ele ficar mais calmo e depois tentei alisar o pau dele denovo e dessa vez ele deixou e começou a sair aquela ponta rosada, comecei a punhetar ele, sentia ele ficar duro mais só saia um pouco pra fora, passei a lingua e senti aquele gosto meio salgado mas eu tava com muito tesão, ele ficava quietinho e deixava, tentei colocar ele em cima de mim, mas ele não fazia nada e descia das minhas costas, eu voltei a alisar ele e brincar com ele, nisso eu lembrei de um filme que eu tinha assistido da net da petlust que o cara brincava com o cachorro como se fosse outro cachorro, foi o que eu fiz, comecei a brincar com ele, eu de quatro ficava empurrando ele e ele voltava pra pular na minha cara querendo que eu empurrace ele de novo, nisso depois de fazer umas duas ou tres vezes qdo ele veio pro meu rosto eu virei de costas pra ele ai ele veio no meu rosto novamente e eu virei de costas pra ele, sempre de joelho, depois de umas 3 vezes isso ele tentou montar em mim, como eles fazem entre eles, nisso como o viralatinha era baixinho eu dei uma baixada na e sentia a pica dele bater na minha perna ele querendo penetrar, nisso que não conseguiu ele desceu, agora que eu tinha descoberto em como fazer ele me comer eu não ia desistir sem ele me comer, ele tentou montar uma segunda vez e eu fui pra tentar mexer no pau dele pra direcionar mas quando eu mexi ele não gostou e desceu de mim novamente, na terceira vez que ele montou, nesse ponto ele descia e subia novamente logo depois, ele tava afim, nisso quando ele subiu novamente e tentava acertar meu rabo eu fui direcionando meu cú em direção do pau dele não demorou e ele acertou, a primeira estocada foi doída porque ele enfia com tudo sem dó nem piedade, e depois que ele percebeu que acertou ele não tirou mais e começou a bombar gostoso em mim, só doeu a primeira depois o tesão foi maior, eu senti o pau dele crescendo dentro de mim enquanto ele metia rapido, nisso eu dei uma forçada pra tras eu queria que ele engatasse em mim, só que pela idade dele era a primeira vez que ele cruzava eu senti uma bolinha entrando só que ele tirou um pouco antes de inchar, nisso eu segurei um tempinho ele, só que eu sentia a bola dele na porta do lado de fora e sentia o pau dele pulsando enqto gozava dentro de mim, depois eu soltei ele e senti o gozo dele escorrendo para minha bolas e pro chão, nisso o viralatinha cheirou e começou a laber meu rabo, aquela lingua aspera me lambendo foi uma delicia, nisso depois dele laber tudo e mais um pouco rs ele começou a lamber o proprio pau, pra eu não deixar ele sair de la com o pau inchado pendurado eu deixei ele preso na cozinha e fui dar uma volta pra ver se tava tudo bem, depois de uns 15 minutos voltei pra ver ele e o pau dele ja tinha entrado pra dentro novamente e abri a porta pra ele ir embora, ele foi e voltou la pras 4 da manhã eu levei ele novamente na cozinha só que não rolou nada ele só queria brincar mesmo, essa foi a primeira experiencia com cachorros espero ter outras pra contar pra vocês, hj não estou mais trabalhando no noturno e sim no diurno, ele quase sempre aparece la no horario do almoço e eu to na cozinha ele vai la direto nisso eu ja dei umas alisadas nele e mexo no pau dele, ele até fica de lado pra mexer no pau dele só que não dá pra rolar nada por que com certeza entrar pessoas la e pegariam eu aprontando, estou doido pra arrumar um lugar e ir com ele novamente ou arrumar um outro cachorro pra brincar.... se vc mora no em São Vicente no litoral de SP ou região, curti o assunto e melhor ainda ter cachorro pra brincar me escreve pra gente trocar uma idéia sobre o assunto.... sozinhoemsv84@hotmail.com

4 de out. de 2009

Aquele visinho negão....
por Marcelo.


Eu sempre morei em apts no qual não temos muitas opições de ficarmos na janela. tendo sempre os mesmos visinhos ali pendurando: roupas ou descendo suas escadas essas coisas banais. mas um certo dia eu estava fuamando na janela e como sem ter onde olhar reparava aos poucos nas janelas dos visinhos foi então que notei que havia o mas novo morador do bloco na frente no canto da janela em cima de uma cama, se masturbando e eu não conseguia acreditar naqulio ele ali?. e pensei cade o filho dele, e sua esposa?. eu olhei fixamente e não queria acreditar..... e ele bem safdo continuou e ainda se levantou e abriu mas a janela e sua cortina e ficava ali bem nitido com aquele imenso pau preto ... nossa ai eu havia ate esquecido o cigarro. ele pegava no seu pau batendo com vontade, ainda passava sua mão na boca pra deixa lo molhado e ficava ali me deixando ver aquilo nossa gentem que tesão....e quando ia gosar se levantava e deixaca eu velo entrando no seu banheiro para tomar banho e tocando outra. so assim ele parava com isso e fechava sua janela, que safdo ele conclusão acabei me viciando nisso. querendo que chaegasse logo o outro dia. as veses ele ficava olhando peas festras da janela o quando me via abri elas bem devagar com seu pau ja duro e ficava ali na cama batendo uma as veses ate mesmo com seu filho em casa , mas isso so quando ele estava no banho nossa , ele me deixava doido, queria velo acabar mas ele parava quando ele saia do banho e ia pra cozinha e continuava de la que safado demais ele, e parava e so começava quando ele descia pra rua. conclusão eu ja estava viciado nisso . e o via varias e varias veses goasno na sua mão e saindo pelado pro banho. ate que um dia eu reslovi apimentar mas ele quando estivesse fasendo isso, nesse dia estava so em casa sem irmas e sobrinhos e resolvi deixar minha janela aberta e com uma visão para que ele podesse me ver bem nitidamente . se ele fazia isso comigo pq eu não deixa lo mas excitado? fui e deixei apenas a luz da cozinha acessa e fui subi em um local alto que dava pra cozinha e começei a tirar minha roupa e ele demorou pra notar estava tão animado tocando uma que eu fui bem lentamente i tirando meu short e ficava rebolando e ate que ele notou.... e logo se levantou e veio pro lado da janela. fui baixnado e tirando minha cueca com minha bunda virada pra janela dele e ele ali e eu fijindo que não sabia que ele estava vendo nossa sou bem safdo tambem, ele parou ficou ali so olhando perplexo olhando sem bater aquela gostosa punheta eu rindo e ao mesmo tempo com um frio na barriaga iamaginando: não podem chaegam ninguem aqui agora preciso deixa lo doidão e continuei com meu cu pra cima passando meus dedos nele bem na entrada ele olhando pois eu o via pois minha ernas estavão bem abertas e fui fingindo que iria pegar alguma coisa no chão e derepente notei ele animado batendo e batendo no seu pau. começei a tocar uma mas com meu cu empinado e ele la....a eu ali batendo tambem imaginando ele com aquele pau em mim queria mama lo dar pra ele mas precisava dar essa lição nele pelo os castigos de somente deixa me velo gosando . e acabei gosando muito no chão e por incrivel que pareça.... tive que por minha roupas correndo pois tocava a campanhia e fechei um pouco e limpei o chao. depois desse dia ele fiacava ali olhando pr mim quano eu estava de baixo dos blocos com cara de tarado mas parei com isso pois teve uma opotrtunidade de conhce lo e se encontramos nuam festa num certo dia e ele passou por mim e nada falou e falei:a é: entao ta acabou poraqui. so me excita e nada de me chamar ? assim naõ quero e parei quando ele começava de nvo com sua masturbação eu logo fechava a janela . vou voltar pra contar outra historia beijos na bunda . fui
DOMINAÇÃO, CONSEGUI O QUE QUERIA
por Anônimo.


Essa história aconteceu ontem dia 29 de setembro de 2009 e é 100% verídica.Após ler vários contos neste site sobre dominação passei a ter um certo tesão em ser dominado. Entrei em salas de bate-papo para procurar algum cara que curtisse dominação e algo mais. Encontrei um cara que dizia ter 55 anos de idade e era dominador. Começamos a tc e ele me deu seu msn. Passamos um tempo tc no msn. Ele queria marcar pra nos encontrarmos logo, porém seu horário era um pouco complicado. Como falei no conto anterior eu sou casado e não posso sair o tempo todo a qualquer hora. Por ele trabalhar durante o dia e fazer faculdade a noite o único horário disponível era depois das 10 horas da noite. Finalmente eu consegui inventar uma desculpa para chegar mais tarde em casa, disse que iria trabalhar até tarde neste dia. Combinamos nosso encontro pelo msn. Ele mandou que eu levasse um pepino. Ele ficaria encarregado de levar uma corda. O Lucas era é adepto do fisting e estava louco pra enfiar toda a sua mão em meu cu. Eu combinei de me encontrar com ele as 9 e 30 da noite na saída de um shopping no centro do Recife. Antes passei no supermercado e escolhi dois pepinos. Um médio de uns 18 cm e não muito grosso o outro um pouco mais grosso e com uns 22 cm. Quando deu 9 e 30 eu já estava na saída do shopping liguei pra ele e ele estava em um bar sentado do outro lado da esquina tomando uma cerveja. Ele era um cara magro, alto, cabelos grisalhos e caracolados. Tinha uma tatuagem no braço e se vestia como um motoqueiro desses de filmes. Ele tinha dito que tinha 55 anos mais parecia ter mais. Começamos a conversar. _ E aí trouxe os pepinos? Ele perguntou. Respondi:_ Sim. _ Também trouxe a corda. Disse ele. Você não bebe cerveja? Perguntou.Eu disse_ Não. Não bebo cerveja. _ Hoje vc vai beber ela filtrada. Ele me disse. Em seguida chamou o garçom e pediu outra cerveja. O cara bebeu duas cervejas, pediu a conta e me chamou pra irmos embora. Fomos até um motel ali perto mesmo. Ele estava de moto e eu de carro. O motel não tinha vagas para quartos era bem simples. Eu desci do carro e ele já foi dizendo:_ Peque os pepinos. Eu pequei os pepinos. E fui entrando. Ele pediu um quarto. Fiquei um pouco envergonhado de chegar assim na recepção de um motel com um cara com um saco com pepinos na mão, nunca tinha feito isso antes. Ao entrar no quarto ele mandou eu tirar a roupa e pegar os pepinos. Fiz o que ele me mandou. Em seguida mandou que eu tirasse sua roupa. Obedeci. Sabia que a partir daquele momento eu seria o seu escravo. E, como bom escravo tinha que obedecer ao meu dono. Tirei sua rola e vi ao vivo e a cores aquela rola que tinha visto apenas por foto no msn. Fiquei abismado e não acreditava que aquilo pudesse ser real. A rola do cara mole tinha uns 19cm ou mais era muito grossa. O pepino que eu trouxe perto da rola dele ficou pequeno. Ele subiu na cama e ficou em pé em minha frente. Mandou eu chupar seu cacete. Comecei a chupar e seu pau foi crescendo em minha boca. Duro o pau do meu dono tinha em torno de 23 cm e era da largura de meu pulso. Chupei o pau dele por um tempo daí ele mandou parar e disse: _ Pedi mais uma cerveja pra mim viado. Eu interfonei pra recepção e pedi mais uma cerveja pra ele. Neste momento ele mandou eu ficar de quatro na cama, pegou o pepino menor e uma camisinha. Me deu o pepino e disse: _ Vamos começar por este menor aqui. Coloque a camisinha nele. Eu coloquei a camisinha no pepino e dei pra ele. Ele colocou gel no pepino e começou a enviar em meu cu. Enfiou bastante, praticamente todo. Nesse hora o rapaz o a cerveja chega e ele vai atender. _ Fique aí que eu vou pegar minha cerveja. Eu fiquei lá de quatro com um pepino enfiado no cu enquanto ele abria a porta para pegar sua cerveja. Ele mexia bem o pepino dentro do meu cu enquanto tomava sua cerveja.Tentei me masturba mas ele disse. _ Pare de se masturbar seu porra quem goza aqui sou eu. Depois tirou o pepino, lambeu meu cu e foi pegar o outro pepino. O outro pepino era maior mandou eu colocar a camisinha no pepino e dar pra ele só que enquanto eu fazia isso ele chegou por trás e enfiou de uma só vez sua rola descomunal em meu cu. Neste momento eu vi estrelas e cai na cama. Ele bombou algumas vezes em meu cu, depois pegou o pepino maior e enfiou em meu cu. Forçou o máximo que pode. Queria enfiar tudo em meu cu mais não entrava. Senti uma dor enorme e comecei a gritar de dor. Ele mandava eu me calar e dizia: _ Cale a boca seu puto vc vai ter que engolir este pepino todinho em seu cu. Vc veio aqui pra sofrer e vc vai sofrer seu viado. E continuo a forçar mais ainda o pepino em meu cu. Tirou novamente o pepino deu outra lambida em meu cu, e mandou eu ficar em pé. Pegou a corda que havia trazido e amarrou minhas mãos passando a corda tb por meu pescoço. Fiquei totalmente imobilizado. Aí mandou ficar de quatro novamente na cama e começou a enfiar sua mão em meu cu. Podia sentir meu cu se rasgando era uma dor incontrolável, eu gritava e ele mandava eu me calar. Eu não agüentei e cai na cama de novo. Ele mandou eu me levantar ficou em pé e mandou eu começar a chupar seu pau. Aí disse: _ O que sair daqui vc vai beber se não apanha. Ele começa a mijar e eu vou engolindo tudo não deixei cair nenhuma gota. Ele mijou fartamente em minha boca. Depois voltou a me fuder na posição de frango assado. Abriu bem meu cu enfiou sua rola até gozar dentro. Aí mandou eu abrir o cu e podi sentir o sua porra escorrendo pela minha bunda. Depois me desamarrou e mandou eu tomar banho. Fomos embora. Eu todo arrombado e ele satisfeito com o meu cu. Nesta noite eu nem consegui gozar mais tive o que finalmente queria SER DOMINADO.
Uma lição no Parque de Brasília
por Candango



Uma lição no Parque de Brasília·· ·Em Brasília tem alguns parques de conservação do meio ambiente, um deles é a água mineral. Onde existem algumas trilhas para caminhada no meio da mata, algumas piscinas, vestiários, é um clube bem completo. Certo dia, quando eu estava com 19 anos, resolvi aproveitar o clube, era uma terça-feira, um calor infernal e tempo seco, total clima de deserto que quem mora em bsb conhece muito bem. Peguei minha sunga, um short, toalha, meu tênis, coloquei tudo no carro e desci pro parque. Estacionei o carro e fui logo mergulhar, pois estava muito calor. Entrei na água e nadei um pouco, para aquecer os músculos. Não havia muitas pessoas no local, por ser meio de semana e pelo horário – 14:00. Depois de esfriar o corpo sai da água, coloquei meu tênis e fui correr nas trilhas. Dei algumas voltas, o suficiente pra me fazer pingar de suor. No caminho encontrei algumas pessoas, e uma que me chamou muita atenção. Um garoto devia ter seus 20 anos, loiro, peitoral e costas largas, cochas grossas, e na sunga um volume muito massa, não tive como passar por ele e não dar aquela encarada, mas, ele passou direto e acho que nem me deu idéia. Continuei correndo, estava com sede e cansado já, e resolvi voltar ao clube pra ir ao vestiário tomar uma ducha pra tirar o suor e beber alguma coisa na lanchonete.Entrei no vestiário, não tinha ninguém, fui a um dos boxes, os quais não tinham portas, e ficavam alinhados cinco de um lado e cinco do outro, de forma que de onde eu estava podia ver o boxe da frente. Tirei meu tênis e minha sunga e comecei a tomar banho, pelado mesmo. Estava com uma puta vontade de bater um punheta, de fazer uma putaria, mas com o clube vazio não dava. Então comecei a bater uma, quando ouvi o barulho de alguém entrando no vestiário. Parei a punheta na hora e fiquei de frente pra parede, com as costas viradas pra porta. O cara que entrou deixou o tênis encima dos bancos e foi pra ducha. Exatamante a que ficava à minha frente. Eu não havia visto, pois estava de costas, mas percebi pelo barulho do chuveiro. Então, pra provocar, comecei a passar a mão na minha bunda, abrindo ela, passando meus dedos no meu rabo, como se estivesse colocando a disposição pra quem quisesse comer.Quando virei, pra minha surpresa, era o loiro que estava correndo, que cara gostoso, um corpo malhado, bronzeado, sem pelos, com uma puta cara de safado. Eu o encarei, ele estava me secando, e quando percebeu que eu havia notado, deu uma pegada na mala, que me deixou doida! Eu virei novamente de costas, e continuei meu banho, quando sinto uma mão passando na minha bunda. Era ele, acariciando meu rabo como se estivesse preparando a presa que devoraria em breve!Encostou a sua rola na minha bunda e pude sentir o que me aguardava. Ele começou a esfregar o pau na minha bunda e eu, é claro, estava adorando. Então ele a colocou pra fora, uma rola de uns 19cmbrancos, da cabeça rosada, muito grossa. Ele me virou de uma vez de frente e fez pressão pra eu me abaixar e já foi enfiando a rola na minha boca. Não pensei duas vezes, mamei o cara por um tempo, até a rola ficar latejando na minha boca. Ele me levantou me colocou de costas e falou no meu ouvido. - Eu te vi me encarando na corrida seu viado. Era isso que tu queria né? Vamos ver então se tu vai agüentar!Então ele cuspiu na rola e colocou no cu, foi enfiando aos poucos, até que estava atolada dentro de mim, só com as bolas pra fora. E começou a ir pra frente e pra traz, e foi acelerando, me fudendo com muita força. Tínhamos que fazer silencio, pra não chamar atenção. O moleque bombou sem dó. Meteu rola até me deixar com o rabo arregaçado! Foi aumentando a velocidade eu pude perceber que ele tava perto de gozar, e foi exatamente o que aconteceu, ele jorrou leite dentro de mim. Saiu logo tomou um banho rápido e foi embora. Eu estava loco de tesão, tinha adorado ser fudido por ele. E continuei meu banho.Quando ouvi uma voz:- Tu não tem vergonha não cara? Fazendo putaria num banheiro público? E se entra alguém aí? Uma criança?Eu fiquei gelado, quando olhei pra trás, era um dos seguranças do parque. Tentei me explicar, mas não tinha como, eu tava pelado lá, de pau duro, coma porra do muleque escorrendo nas minhas pernas. Pedi desculpas e tal. Mas o cara tava meio puto.- Mane desculpas! Vou dar um jeito em tu pra você não voltar mais aqui!Pensei que ele fosse me levar na administração do parque, mas não, ele fez foi colocar a rola pra fora da calça. Eu fiquei sem reação, era uma rola cabulosa. Ele era moreno, devia ter uns 1.90m, forte, cara de macho. Pegou minha cabeça e enfiou no meio das pernas dele e disse:- Agora tu vai ver o que é levar rola de verdade, vou te deixar arregaçado, tu nunca mais vai querer dar esse rabo!Enfiou a rola na minha boca e fudeu minha garganta sem dó! Enfiava com toda força a pica na minha boca, e me deu uns tapas na cara, e dizia:- Mama seu viado! Tira leite do pau!Eu estava adorando, aquela rola enorme latejando na minha boca. Gosto de macho. Então ele mandou eu levantar, que ele ia me mostrar o que era ser fudido. E meteu sem dó! Meu cu já tava arregaçado, pela rola do muleque eu havia dado. Mas não tinha côo comparar, o segurança sim sabia o que era fuder, socava rola no meu rabo e suas bolas estralavam ao bater na minha bunda. Me fudeu sem dó, como se fosse a ultima foda da vida dele, até que veio aquele jato de porra. Então ele disse:- Toma seu viado! Agora quero ver tu se atrever a dar outra vez aqui.E eu, claro respondi:- Se tu tiver sempre aqui com certeza vou me atrever! Só pra tu me dar outra lição de moral dessas!

3 de out. de 2009

Dei na rua em SãoPaulo.
anônimo


Curto a prática de exibicionismo. Essa semana mesmo, estava no maior tesão e eram umas 8 e meia da noite, resolvi dar um pulo no banheiro do metrô Sé em SP.Esse horário é tranquilo e não tem quase ninguém lá. Pois bem, fui. Entrei e percebi que tinha só um mendigo e um outro cara super estranho. Fingi que mijei e saí fora. Mas tava no maior tesão......Andei um pouco na região e como não rolou nada resolvi ir embora. Para chegar na minha casa, tenho que atravessar um viaduto (que passa por cima da avenida 23 de maio) e nas extremidades do viaduto tem uma escadaria que desce e vai dar na avenida.Não tinha visto ninguém, e nem sei porque começei a descer a escadaria. Parei na metade, tinha um cantinho meio escondido e pensei comigo...... Vou bater uma punheta aqui....... .....Estava de bermuda e abaixei a bermuda deixando a mostra minha bundinha e começei a bater uma alí. Derrepente e nem sei de onde apreceu um cara me pedindo cigarro. Eu disse que não tinha e disse que tinha apenas algumas moedas . Peguei as moedas e dei pra ele mas ele não foi embora e falou pra mim.- Bela Bunda hein......Se eu já estava excitado - aquilo me deixou com mais tesão ainda. Não falei nada e aos poucos ele foi se aproximando e passando a mão na minha bundinha. Deixei de boa. Percebi logo que ele procurava meu cuzinho e acabei facilitando pra ele - abrindo mais minha perna......Ele se abaixou a começou a lamber meu cú ali na escadaria. Isso me levou ao extase, sentia a lingua daquele cara dentro do meu cuzinho - entrando e saindo. Não resisti e pedi para ele me foder ali mesmo. Ele disse que não tinha camisinha. Como eu já estava precavido, dei uma pra ele.Meu cuzinho já estava lubrificado com a lingua dele e o caralho do cara entrou deslizando no meu cuzinho. Ele gemia alto enquanto bombava no meu cuzinho, fiquei com medo de alguem aparecer mas estava tão tesudo que nem liguei......Começei a rebolar na pica daquele cara e rapidinho ele gozou gemendo me segurando forte ali na escadaria......Continue a bater uma e também gozei. Ele tirou a camisinha - jogou fora e deu um tapa na minha bunda indo embora.Foi bom - muito bom........ Nunca vou esqueçer essa parada . Isso rolou comigo no dia 10 de fevereiro de verdade mesmo.
Uma Cachoeira e Muito Sexo a Três
por Geovane Santos


Perto de minha casa, caminhando uns dez minutos havia uma cachoeira que muito pouco era visitada ou mesmo usada. E foi lá que essa historia aconteceu. E que historia. Faz algum tempo, mas mesmo assim toda vez que me lembro sinto um frio na barriga e um tesão enorme pelo que vivi e como vivi.
Era uma tarde chata de domingo. O sol estava a pino quando sem mais nem menos resolvi sair e ir à cachoeira. Não demorou muito e cheguei. Estava todo suado e sem pensar muito fui logo tirando toda a roupa e pulando dentro de um poço que a cachoeira formava. Fiquei por algum tempo sem notar que estava sendo observado. Por vezes saía da água e me deitava ao sol, nu em pelo e de pau duro brincava com o mesmo.
Nesse instante vi que dois caras estavam observando e literalmente se tocando. Levantei de pronto e sentei. Não demorou muito para que os caras viessem e tirassem toda a roupa e sentassem ao meu lado. Eu nunca os havia visto naquelas redondezas ou mesmo por perto. Um era moreno, de um corpo bem esculpido, barriga de tanquinho e uma pica que entre ficar mole ou dura notava-se que era bem generosa. O outro um branquinho magro e esguio porém de definições muito boas e com um belo dote que já estava duro e babando...
Logo o moreno se insinuou pra mim tocando em sua vara e fazendo uma brincadeira de bater uma punha e logo largar. O outro vendo isso ficou logo frente e a mim e sem nenhuma vergonha perguntou se eu gostaria de uma suruba. Como nunca tinha feito uma antes, topei somente de curiosidade e é claro pelo tesão que já estava sentido.
Perto de nós havia uma pedra com um formato perfeito pra uma foda, que alias eu já havia usado antes (mas essa e uma outra historia que logo contarei). Deitei de barriga pra cima e de cada lado havia uma vara para eu chupar. Não me fiz de rogado e cai matando de boca, meio indeciso em saber por qual começaria. Engoli a vara do branquinho enquanto acariciava a do moreno. Logo a situação se inverteu e o prazer agora foi dado de igual intensidade para os dois.
O branquinho notando a minha vontade em sua pica, logo levantou minhas pernas e sem mais delongas, foi enfiando sua vara dentro do meu rabo. Quando eu ia gritar de dor o moreno colocou logo a pica dentro de minha boca abafando meu grito.
E assim foi: enquanto um era chupado o outro comia, e como comia. Dava cada varada dentro do meu cu. A essa altura do campeonato já não sentia mais dor e sim muito prazer. O moreno também aproveitava de cada mamada que eu dava. E como aproveitava. Dava pra notar isso nas contrações do seu abdômen que se retraia a cada sugada.
O situação então se inverteu. O branquinho passou a ser chupado e o moreno a foder. Cada um com seu estilo de foda, mas com a mesma vontade de saciar seus desejos por um cu masculino sedento por uma rola. A cada pica do moreno apesar de menor era mais grossa e seus movimentos de vai e vem somente mostravam que ele estava ali afim de dar prazer e de também receber. Já o branquinho buscava apenas prazer, apesar de estar recebendo mamadas com toda a minha vontade.
Não demorou muito para o moreno dizer que já ia gozar. E de fato o fez, assim que retirou a pica de dentro do meu rabo, me lambuzou todo de porra. Minha barriga parecia uma lagoa de porra tamanha a quantidade da mesma que ele havia jogado em cima dela. Fiquei passando as mãos na pica e em minha barriga.
O branquinho logo anunciou que também iria gozar. Foi quando o moreno tomou o seu lugar e foi sendo mamado novamente. Afinal eu não iria deixar aquela pica ir embora suja. Não ia mesmo. Em questão de segundos o branquinho lambuzou toda minha barriga também. E ele gritou e gemeu alto ao gozar. Parecia um leão no cio que estava gozando em sua leoa. Fiquei ali acariciando a vara dele enquanto passava a Mão pela barriga e misturava as duas gozadas. O branquinho logo cedeu sua vara novamente para que eu chupasse e a limpasse.
Os dois se lavaram na cachoeira e foram embora... Eu fiquei ali com o cu ardendo, com a barriga cheia de porra em cima, pelado, deitado... Nunca mais os vi, mas sei que dar e chupar ao mesmo tempo foi bom e quero repetir de novo a dose.
Sob Um Short Azul
por Anderson Oliveira


Meu coração bateu mais forte quando ele abriu o zíper do jeans e abaixou as calças, ficando apenas com uma cueca slip branca. O volume me impressionou, algo grande e pesado estava guardado ali dentro, caído para um lado e quase querendo sair. Ele foi até o lavatório e saiu do meu campo de visão. Olhei para os dois lados, morrendo de medo que alguém me pegasse abaixado olhando pela fechadura do banheiro e eu não ia ter como explicar aquela situação.
Olhei novamente pela minúscula abertura quando ele já tinha terminado de escovar os dentes e se virou para entrar no box. Tirou a cueca, mas só pude ver sua bunda desnuda, a marca de garoto que toma sol de sunga delineando seu corpo bronzeado. Droga! Não consegui ver nada! Resolvi sair dali porque a qualquer momento o meu tio ia subir para o quarto e podia me pegar naquela posição constrangedora.
Fui para o meu quarto onde dois colchões já estavam arrumados no chão, lado a lado. A minha cama também já estava pronta, mas como de hábito, era o meu tio quem dormiria ali. Minha mãe sempre fazia questão disso:
– Carlito, já arrumei a cama do Toninho pra você, os dois meninos dormem no chão – disse ela na primeira noite, quando eles chegaram de São Paulo.
Fazia tempo que Tio Carlito não nos visitava. É que a viagem de seis horas até Bariri, cidade próxima a Bauru, não encoraja ninguém mesmo. A última vez que eles estiveram aqui eu ainda era moleque e ficava o dia inteiro jogando videogame com o Murilo. Hoje ele é um rapaz de 19 anos e eu um moleque de 15.
Sempre soube que eu era gay. No entanto, morar no interior, saindo da fazenda só para ir à escola, nunca tive coragem de me aproximar de um homem. Nunca nem vi um cara pelado na minha frente. Só uma vez em uma revista que achei escondida aqui em casa. A minha namorada nem sonha sobre o meu desejo secreto.
Aquela noite era a última antes de eles partirem de volta a São Paulo e eu perdi a última oportunidade de ver pela primeira vez ao vivo e a cores. E perdi logo de ver o meu primo Murilo, um exemplar de macho que eu nunca encontraria neste fim de mundo.
Ele é loiro, cabelos lisos curtos, jogador de futebol, peitos e abdômen definidos, pernas grossas e simplesmente lindo. Da última vez que eu o tinha visto ele era só um moleque magrelo e sem graça.
Já eram onze horas da noite, eu já tinha me deitado no meu colchão, entre a cama onde meu tio iria dormir e o colchão do Murilo, ao meu lado. Meu tio entrou no quarto.
– Cadê o Murilo? – perguntou.
Respondi que ele estava tomando banho e que já devia se deitar.
– Vamos dormir então, né. Amanhã a gente acorda cedo pra ir embora...
Ele deitou-se na cama e em seguida o Murilo saiu do banheiro e veio para o quarto. Ele estava usando só um short azul, sem camiseta. Fazia um calor de lascar aquele fim de semana.
– Caralho, tá um calor da porra hoje, hein! – exclamou ele.
– Puta merda, e o pior é que ainda tá cheio de pernilongo! – retrucou meu tio.
Eu dei risada porque já estava tão acostumado com os pernilongos que parecia até que eles nem me picavam.
O Murilo apagou a luz e foi deitar-se. A luz do luar entrava pela janela e caía sobre nossos corpos. Ficamos ainda deitados por um tempo conversando no escuro, falando sobre o passeio que tínhamos feito a uma cachoeira à tarde. Foi lá que eu notei aquele volume na sunga do Murilo e fiquei atiçado e curioso. O meu pau não era daquele tamanho. Fiquei pensando se o meu ainda ia crescer. Na escola os meus colegas diziam que o pênis cresce até os 18 anos.
Uma meia hora se passou e ele já devia estar dormindo. Fiquei olhando aquele corpo deitado ao meu lado. Descoberto, barriga para cima, a respiração fazendo seu tórax subir e descer lentamente.
Virei para o outro lado, tentando dissipar aqueles pensamentos e dormir, mas aquele moleque possuía uma força magnética incrível. Virei-me novamente e fiquei olhando para ele. Fiquei imaginando como seria acariciar a pele de outro homem, aqueles músculos, o abdômen definido, os bíceps delineados... Qual seria o sabor daquela boca máscula e carnuda? Como seria beijar uma boca masculina e sentir aquela barba por fazer?
Não sei quanto tempo fiquei ali olhando, mas quando olhei para o relógio na parede, já estava marcando uma e meia da manhã.
Ele já devia estar num sono profundo e comecei a imaginar o tamanho do cacete dele dentro daquele calção. O pensamento fez meu coração acelerar e meu pau começou a ficar duro só de pensar.
Olhei para aquela barriga perfeita, os pêlos finos e loiros que iam aumentando de quantidade próximos ao umbigo e adentravam-se no calção. Comecei a pensar numa loucura. Será que ele iria notar se eu colocasse a mão sobre o seu short, só para sentir o pau dele? Ele já devia estar num sono profundo, não iria nem perceber.
Meu coração parecia que ia querer sair pela boca. Meu tio estava logo atrás de mim e poderia acordar a qualquer momento. Minha mão pareceu ter vida própria e, antes que eu tivesse tempo de comandá-la, ela já estava lentamente se movimentando na direção do magnético short azul. Tocou de leve a superfície de algodão e lentamente foi baixando até encostar-se a algo mais consistente. Uma corrente elétrica nos conectou, fazendo com que as batidas do meu coração fossem tão altas que eu quase podia ouvi-las.
Acariciei levemente, sentindo os contornos do seu pênis. Ele aparentemente não estava usando cueca, pois sentia que o que estava logo abaixo daquela camada de tecido estava à vontade. Meus dedos se empolgaram e começaram a apalpar o volume no short, sentindo cada contorno, descobrindo o saco, a cabeça do pau e percebendo o quanto era volumoso.
De repente, meu primo começa a se mexer e levo um susto enorme! Retirei minha mão na velocidade da luz, me recompuz e fiquei imóvel. Ele se mexeu um pouco, mas só. Continuou na mesma posição. Eu estava muito louco mesmo, me arriscando daquela forma! Era melhor eu ficar quieto e dormir. Olhei para a cama onde meu tio estava deitado e ele estava dormindo também.
Fiquei imóvel por quase meia hora. Mas novamente minha mão resolveu continuar a explorar o universo desconhecido que estava sob aquele short azul. Voltei a acariciar o seu calção e percebi que alguma coisa estava diferente. Estava maior e um pouco mais duro. Ele estava excitado! Acariciei o pau dele em toda sua extensão, e uma imagem foi se formando na minha cabeça. Perdi o medo e comecei a apalpar mais e mais. O pau do meu primo estava ficando mais e mais duro, devia ser uma reação automática do corpo masculino ao toque sensual. Era um pênis grosso e crescia para o lado esquerdo, na minha direção.
Eu estava com um tesão enorme, meu pau duríssimo. Nunca tinha feito aquilo na minha vida. E eu não ia perder a oportunidade de pegar naquele cacete. Num momento de loucura, puxei o short bem devagar e o pau dele saltou para fora. Desci bem devagar, até expor o saco, ficando todo o púbis descoberto, o pênis ereto, os pêlos loiros e encaracolados à mostra. Cheguei bem pertinho e comecei a cheirá-lo. Um cheiro de sabonete levemente misturado a algo mais, que parecia suor, um cheiro meio adocicado. A cabeça estava levemente coberta pelo prepúcio, e puxei a pele, exibindo uma cabeça rosada e toda melada com um líquido transparente. Encostei o nariz e fiquei um tempão cheirando e me lambuzando naquele mel proibido, de cima até embaixo, o saco peludinho, tudo.
É claro que eu ia querer saber o sabor daquilo também. Encostei meus lábios naquela cabeça úmida, sentindo o gosto levemente salgado da glande. Segurei o pau dele com cuidado e coloquei na minha boca. Estava duríssimo e quente. Minha língua percorria cada saliência, lambi cada centímetro daquele cacete e sugava aquele líquido que saía às vezes, sentindo o sabor de cada gota. Perdi a noção de quanto tempo fiquei explorando meu novo brinquedo, sentindo os odores, saboreando os líquidos, alisando os pêlos e as veias que o circundavam... Era imenso comparado ao meu. Ele parecia que estava dormindo, mas ao mesmo tempo ele poderia estar fingindo. E se estivesse, então ele estava gostando do que eu estava fazendo.
O meu próprio pau estava muito duro e já sentia que estava todo melado de tesão. Continuei chupando aquele enorme pedaço de carne quente e pulsante, como um cachorro que está diante de um pedaço de osso depois de vários dias sem comer. Já não me preocupava mais se ele fosse acordar e me pegar com a boca no seu membro duro. Engolia até onde conseguia, depois cheirava as bolas e as lambia, subindo devagar todo aquele tronco até a cabeça vermelha e brilhante novamente.
Fiquei muito tempo me divertindo com ele. Então aquela tora endureceu ainda mais, ficando reta para cima, e esguichou um jato na minha bochecha esquerda, sem que eu pudesse prever. Rapidamente abocanhei a cabeça para que a sujeira não fosse maior e as contrações vieram trazendo um líquido quente e gosmento dentro da minha boca, parte vazando e escorrendo até o saco. A sensação foi tão incrível que sem mesmo eu ter tocado no meu pau, também comecei a gozar. Levei um susto porque quando eu gozava saía apenas um pouco de líquido, nunca chegava a esguichar jatos daquela forma.
As contrações no pau dele foram diminuindo e engoli uma boca cheia de porra, sentindo o gosto daquele líquido de outro homem pela primeira vez. Retirei a boca e fiquei observando enquanto ainda saía porra aos poucos. Passei uma das mãos no meu rosto lambuzado e trouxe até perto do nariz para sentir o cheiro.
Voltei-me para o pau do meu primo, que já estava amolecendo, aquele pedaço inchado e quente de carne, todo melado. Lambi tudo para que ficasse totalmente livre de qualquer vestígio e o recoloquei dentro do calção. Meu pau estava melado também dentro do meu short, mas deixei-o como estava, não quis levantar porque poderia acordá-los.
Fiquei deitado e pensando na loucura que acabava de ter feito. Um medo me invadiu. Meu primo não se mexeu em nenhum momento, mas sua respiração tinha ficado mais acelerada quando ele gozou. Fiquei acordado me perguntando se ele tinha percebido tudo, mas fingindo o tempo todo. Não sei se isso seria possível.
As imagens, os cheiros e os sabores ficaram revolvendo-se na minha mente ainda por um tempo. Pensei no perigo que tinha corrido ao fazer aquilo com meu tio do lado. Acabei de pensar nisso e voltei-me para a cama dele, para verificar se estava dormindo.
Tomei um baita susto quando vi que ele estava com a metade do corpo erguida, apoiando-se num braço e me olhando fixamente. Meu coração acelerou e o sangue sumiu do meu rosto. Fiquei mudo e paralisado, sem conseguir reagir. Tentei falar, mas nada além de murmúrios escaparam dos meus lábios. Toda a cena dele contando para os meus pais passou pela minha cabeça nos poucos segundos que fiquei ali estarrecido.
Estava sentindo muita vergonha. Então percebi que ele estava nu e segurando no próprio pau. Um cacete que era ainda maior que o do Murilo. Subia e descia lentamente, olhava para o pau, depois para mim, depois de volta para aquela jeba. Fez um movimento com a cabeça e entendi tudo. Aquela noite seria bem longa...